Meus olhos viajam em
meio à escuridão
Buscando a resposta,
lacrimejam!
Realidades distorcidas
pelos que a criaram
Fagulhas de rebeldia
perante elas
Fundem-se então, ao
tédio
Que as noites de
insônia revelam;
E minha alma sangra
diante de meus olhos.
Fatigante leveza e
paciência do relógio
Que me castiga
segundo a segundo,
O tédio corrói e
faz-se necessário ao equilíbrio,
Sem ter para onde ir,
imerso ao caos
Em estado de
perplexidade em não saber,
Tendo à hipocrisia a nos
aplaudir!
Opacidade e mudes
vejo pelas fendas da porta
Irreal realidade à
minha sanidade;
Marcas interrompem um
sonho e
Faz doer o simples
ato de viver,
Inútil culpar ou
culpar-me.
Solidão! Será tudo
que ei de ter?
Dias frios são
confortantes e alimentam meu ser,
Oh morte! O que tens
a esconder?
Oh morte! Tão silenciosa
A rainha dos
mistérios! Está mesmo a existir?
Terias tu, oh morte!
Mais conforto que o mero viver?
Apego-me a esta busca
Nesta dúvida que
alimenta meu ser,
Sem respostas, vago
pelo silêncio
De minha alma,
entediado por minhas
Visões entre as
fendas e consolado
Por simplesmente
estar aqui
Com a esperança de que um dia, irei saber.
Escrito por: DELLONE

Achei lindo esse poema, um pouco triste, mas mesmo assim, lindo. (:
ResponderExcluirQue lindo!!
ResponderExcluirNão sei se já te disse mais seu blog é muito lindo *--*
Muito obrigada pelo carinho e pelos comentários em meu Blog, seja sempre Bem vindo!!
Um beijo=*
Olá,
ResponderExcluirGostei desse seu post realmente ele é vdd e as palavras foram mtu bem usadas, vc escreve mtu bem eu realmente adorei mtu bom!!!
PERFEITO .. Lord !
ResponderExcluirTens muito talento para escrita...
Sou fã de vossos textos !
☤ ĹÁÐŶ... ßĹÁČĶ ℋΞÁℛŤ.. ☤