domingo, 20 de novembro de 2011

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Obscuridade


Meus olhos viajam em meio à escuridão
Buscando a resposta, lacrimejam!
Realidades distorcidas pelos que a criaram
Fagulhas de rebeldia perante elas 
Fundem-se então, ao tédio
Que as noites de insônia revelam;


E minha alma sangra diante de meus olhos.
Fatigante leveza e paciência do relógio
Que me castiga segundo a segundo,
O tédio corrói e faz-se necessário ao equilíbrio,
Sem ter para onde ir, imerso ao caos
Em estado de perplexidade em não saber,
Tendo à hipocrisia a nos aplaudir!

Opacidade e mudes vejo pelas fendas da porta
Irreal realidade à minha sanidade;
Marcas interrompem um sonho e
Faz doer o simples ato de viver, 
Inútil culpar ou culpar-me.
Solidão! Será tudo que ei de ter?

Dias frios são confortantes e alimentam meu ser,
Oh morte! O que tens a esconder?
Oh morte! Tão silenciosa
A rainha dos mistérios! Está mesmo a existir?
Terias tu, oh morte!
Mais conforto que o mero viver? 

Apego-me a esta busca
Nesta dúvida que alimenta meu ser,
Sem respostas, vago pelo silêncio
De minha alma, entediado por minhas
Visões entre as fendas e consolado
Por simplesmente estar aqui 
Com a esperança de que um dia, irei saber.

Escrito por: DELLONE

4 comentários:

  1. Achei lindo esse poema, um pouco triste, mas mesmo assim, lindo. (:

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  2. Que lindo!!
    Não sei se já te disse mais seu blog é muito lindo *--*
    Muito obrigada pelo carinho e pelos comentários em meu Blog, seja sempre Bem vindo!!
    Um beijo=*

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  3. Olá,
    Gostei desse seu post realmente ele é vdd e as palavras foram mtu bem usadas, vc escreve mtu bem eu realmente adorei mtu bom!!!

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  4. PERFEITO .. Lord !
    Tens muito talento para escrita...
    Sou fã de vossos textos !


    ☤ ĹÁÐŶ... ßĹÁČĶ ℋΞÁℛŤ.. ☤

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